Pausa na tecnologia e maior gasto de tempo com amor
Chega de tecnologia. Dar amor para os colaboradores! Esta é a melhor forma de ganhar a concorrência do mercado, que aliás está mais para antiético do qualquer coisa. O respeito ao próximo e às redes de relacionamento no interior da empresa estão decaindo a olhos vistos.
Se sua empresa vai mal seja esperto.
Aproveite a necessidade que a sociedade, escola, família, empresas e indivíduos demonstram como a grande carência do mundo atual: o amor irrestrito, corporativo e pessoal, envolvendo a sociedade. A urgência, instabilidade, incerteza traz muita insegurança e faz decair a os relacionamentos em todos os níveis.
A falta de relacionamento pessoal pode levar à formação de equipes fracas que não apliquem esforços em fazer com que a empresa supere a tudo e a todos. Este é o relacionamento interpessoal.
Alguma coisa mudou no mundo do trabalho. O relatório Gallup informa que 70% dos colaboradores das organizações não são pessoas engajadas. Por outro lado, levantamentos efetuados pela Deloitte International, revelam números que, na outra ponta do processo, considerando somente os engajados, aponta que eles:
- Dão 57% a mais de seu esforço em benefício da empresa;
- São 87% menos propensos a pedir demissão;
- Proporcionam para as empresas aumento de desempenho de até 240% na produtividade.
De onde saem estes números? De entrevistas que a Deloitte desenvolve junto aos seus associados e das empresas que utilizam seus serviços.
Frente a estes resultados algumas empresas ficam perplexas e se perguntam:
- O motiva os colaboradores?
- Como torná-los pessoas engajadas?
A delloite, uma das maiores recrutadoras no mundo moderno prossegue em demonstrações que deixam gerentes de RH confusos. São atitudes que não mais funcionam:
- Aumentos salariais;
- Vantagens trabalhistas;
- Folga nos aniversários.
A lista pode ir longe, sem que soluções sejam apresentadas.
Sem varinha de condão em mãos, os responsáveis pela empresa de recrutamento consultam uma psicóloga. Após avaliar algumas empresas, ela apresenta uma solução que, ainda que possa parecer brincadeira, faz parte da conclusão de seu relatório.
A falta de engajamento tem um motivo: a falta de amor. A psicóloga aponta para o fato que as pessoas não engajadas, estão assim devido a uma má gestão na distribuição de amor entre as pessoas.
Sem ele muitas pessoas declaram que não tem mais fé, não sabem mais liderar.
O recrutador cria um termo que parece representar o mercado na atualidade no qual considera que o mercado vive a “economia do desengajamento” responsável pela formação de equipes de baixo desempenho e produtividade.
Bárbara Frederikson é o nome da psicóloga e, ao falar para audiência de curiosos gerentes de RH, declara em alto e bom som que, segundo a ciência das emoções humanas, é possível afirmar que o amor, isto mesmo, o amor tem um efeito bioquímico.
O amor é algo que torna as pessoas positivas, resilientes, otimistas e persistentes. Ou seja, as empresas pecam por não dar amor aos seus colaboradores.
Alguns saem assustados das conversas com Bárbara em suas palestras sobre o tema: “amor, uma nova lente sobre a ciência da prosperidade”. Com certeza não custa tentar. Não são poucos o relato de caso mostrados pela psicóloga, onde diversos diretores de RH realimentam os resultados que ela obtém ao dizer: eu recomendo[1]!
[1] Dados estatísticos baseados em pesquisas das empresas citadas desenvolvidas no ano de 2019.

