Adapte mais rapidamente sua empresa às transformações do mercado

Por Antônio Siemsen Munhoz

Transforme sua empresa em uma organização aprendente e saboreie os resultados na suíte do Maksoud Plaza. Este é um conselho difícil de resistir e influencia sociedade, relações de trabalho e educação. O mercado está ativo, em franco crescimento, mesmo na colheita dos resultados negativos trazidos pela pandemia que atacou a cada de todos. Quanto antes a empresa se adequar, mais facilmente irá recuperar seu nível de competitividade, pelo menos igual aqueles mensurados nos velhos tempos. Ele nos jogou contra o “novo mundo” que poucos devem saber do que se trata e como será a vida sob nova perspectiva, em um ambiente de incerteza.

Bons observadores não são muitos. Um ditado se reafirma como uma verdade na sociedade atual: em terra de cego, quem tem um olho é rei. Há pessoas que olham para o mercado e enxergam a principal mudança que se reflete em praticamente todas as inovações no mercado. Mudou, e drasticamente, a forma como as pessoas e as organizações se relacionam entre si. De emergente, esta situação tomou conta do tecido social e, o ano de 2015 revela após o seu primeiro quadrimestre, pleno de escândalos que irão ocultar os verdadeiros culpados (os artífices deste presente de grego dado para a população brasileira, ficarão impunes) situações ímpares para patrões e empregados.

Grande parte das pessoas, iludidas pela sociedade do espetáculo montado no país, não mais presta atenção no que realmente acontece e em sonhos (ou pesadelos) espera a oportunidade de ter pelo menos alguns dólares em algum paraíso fiscal. Em um país onde carros de luxo enfeitam salas, não se pode esperar outra coisa. A alienação galopa à solta nas pradarias da corrupção.

O colaborador como talento e capital intelectual da organização era algo inviável até pouco tempo atrás e agora se mostra na vitrine principal. Aprendizagem e desenvolvimento, gestão de desempenho funcional, atendimento aos preceitos colocados na pirâmide de Maslow (em boa hora ressuscitada) correm os corredores e se espalha na rádio corredor. Muitos colaboradores perdem o medo de pedir aquele aumento tantas vezes prometido e sempre negado.

Parcerias assumem o lugar do comando centralizado, chefias intermediárias colocam as barbas de molho tidas como intermediários indesejáveis. O gerente de recursos se transforma em caçador de talentos. Os “colaboradores” são perscrutados à exaustão em suas competências e habilidades. Colaboradores ambidestros são privilegiados. Mas os que não são podem fazer um curso em algum lugar e depois voltar e disseminar o conhecimento. Na sala do cafezinho agora tem uma prateleira, onde livros sobre as melhores práticas administrativas estão estampadas.

As pessoas que sabem lidar com o velho e com o novo terão lugar de destaque. Ubiquidade (estar em mais de um lugar ao mesmo tempo) não é mais problema, a evolução das telecomunicações resolveu o problema. Sua imagem holográfica pode estar neste momento no Japão e as pessoas absorvendo seu conhecimento, como se você lá estivesse presente.

Se chegou até aqui na leitura deste texto, lembre-se de abrir as portas para sua universidade corporativa, de enviar seus talentos para seminários. Torne a disseminação de conhecimento uma norma, em vez de honrosa exceção que reserva o conhecimento para alguns poucos. Depois destas providencias não há mais muito o que fazer. Pode ir para sua suíte presidencial no Maksoud Plaza e acessar os pregões da bolsa, a sua empresa está no bom caminho. Onde todos aprendem mais, todos trabalham melhor.

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