As tecnologias vestíveis podem ajudar na cura do câncer
Estamos no meio da caminhada que leva as tecnologias ao uso mais extensivo em áreas nas quais o bloqueio ao seu uso eram favas contadas. Com o casamento com sucesso da medicina com a telemedicina, por extensão cresce o uso das tecnologias vestíveis, um de seus campos de maior contato com novidades tecnológicas. Você ainda irá ouvir muito falar delas. Elas representam novamente ao cumprimento do dever de aumentar.
Para quem nutria esperanças de que as tecnologias vestíveis viessem a trazer benefícios para pessoas com os mais diversos tipos de doenças, acertou precisamente. Algumas pessoas querem ressuscitar um projeto registrado pela Google na WIPO – World Intelectual Property Organization. Pouco a pouco as tecnologias vestíveis, objetos de ficção científica, se tornam realidade. Esta proposta pode ajudar muitas pessoas em sua caminhada em busca da saúde, algo que somente de dá valor quando se perde. Até lá ela passa desapercebida, até das orações e promessas, que andam em busca de mais dinheiro para gastar com as tecnologias.
Na época a solicitação da patente, a nova tecnologia foi descrita como sendo a utilização de uma tecnologia vestível, de modo a facilitar a detecção de diversos tipos de cânceres, via o exame do sangue da pessoa. O tratamento ao qual a pessoa é submetida utiliza nano partículas que são enviados pelo sangue e que permitirão detectar irregularidades no corpo do paciente e, portanto, prever com antecedência se a pessoa tem possibilidade de vir a sofrer de algum câncer.
Tudo isto seria feito com utilização de um dispositivo móvel inteligente, uma tecnologia vestível que ativaria partículas magnéticas sobre as células cancerígenas e outros patogênicos vinculados a outras enfermidades. É algo que precisa ser novamente colocado em destaque e incentivar que médicos, passassem a utilizar alguns recursos tecnológicos até hoje ignorados, por falta de conhecimento, ou por gerar economia em setores aos quais a evolução da medicina com meios tecnológicos não interessa.
O envolvimento do paciente se limita a ingestão de partículas magnéticas que vão circular no seu sangue estas partículas estariam projetadas para unir-se seletivamente para reconhecimento de moléculas específicas. Uma das demonstrações foi efetuada com detecção de partículas que identificavam o mal de Parkinson. É preciso que estas facilidades, que podem colaborar para com que muitas pessoas evitem sofrimentos ou para eles se preparem adequadamente se forem inevitáveis. Com a palavra possíveis futuros pacientes. Vale a pena apoiar e verificar alguma forma de colaborar com o projeto citado nesta postagem.

