Diminua o arroto das vacas e colabore para a diminuição do efeito estufa que ameaça a humanidade.
Ora pois, se muitas pessoas ouvem, dão risadas mais ou menos altissonantes, antes de limar todas as suas armas para depor contra essas ideias, ora pois, totalmente sem pés nem cabeça. Todos eles comportam-se como São Tomé e desejam tudo ver para crer sem necessariamente com a obrigação de acreditar. A notícia é repetida várias vezes e a partir daí muitas pessoas ficam curiosas e quem sabem passem a adquir conhecimentos a partir da empatia normalmente criada por notícias apresentadas de forma jocosa. Veja então como a natureza age em relação ao caso e a tecnologia podem os salvar. Esta notícia poderá ajudar a diminuir os gases que provocam o efeito estufa.
Tudo começa nos 1,3 a 1,5 trilhões de pastos de vacas (números que agora, em que o leitor toma conhecimento destes dados já devem estar bem ultrapassados. Estes animais são herbívoros e comem muito. Como consequência acumulam gases em seus intestinos. Imagine quantas vacas existem por este mundo afora e o volume de seus arrotos. Pesquisas já antigas mas que ainda se repetem dizem que o arroto das vacas gera mais emissões de gases do efeito estufa que o transporte. Uma vaca holandesa, por exemplo produz por ano quantidade de metano equivalente a quatro toneladas do gás carbônico, ainda que o aroma no ambiente acabe por se tornar mal cheiroso.
Cientistas da EPA, NASA e diversas outras organizações da agricultura global, junto com as nações unidas reconhecem este fato como um problema real para o meio ambiente. Diversas soluções foram propostas. Diversas dietas diferenciadas não produziram resultados. A colocação de alho no alimento das vacas foi uma das tentativas com relativo sucesso. Os estudos continuam.
Assim, os pesquisadores concluíram que isto contribui significativamente para o aquecimento global. O assunto dormiu em algumas prateleiras acadêmicas e recentemente estudos efetuados pelo Embrapa em conjunto com a Unesp de Jaboticabal apontaram para o fato e o comprovaram nos laboratórios.
A solução para tal problema poderá ser encontrada pelos estudos desenvolvidos no Instituto de Zootecnia de São Paulo e segundo seus pesquisadores será preciso intervir na forma como a criação de bovinos é desenvolvida para a diminuição das emissões diárias e prejudiciais.
Quem gera todo este problema é a atividade de ruminar (mastigação sucessiva) o que, junto com o metabolismo característico colabora para que o volume emitido continue alto e venha a afetar o ecossistema do planeta. É uma notícia interessante e que mostra como a natureza, ela própria pode causar a si mesma, problemas inesperados. Espera-se que surja uma solução tipicamente brasileira para proporcionar a diminuição deste aspecto e de forma consequente a melhoria que colabore com a diminuição do efeito estufa, que poderá elevar a temperatura do planeta, derreter geleiras, levar consigo praias e grandes áreas de terra.
Nosso país um dos maiores exportadores mundiais irão explodir mais e mais gases em diferentes locais em nosso mundo, não mais tão cheiroso mundo, quando aqui tudo era o paraíso. Mais uma dívida que Eva nos deixou. Coisas de mulheres.

