É preciso cuidar com os efeitos negativos das redes sociais

Por Antônio Siemsen Munhoz

Desde o início dos anos 2014 até os dias atuais centenas de pesquisas foram localizadas e reunidas para tratamento que os números revelam que as redes sociais, sempre premiadas com todos os elogios

Ao final do ano de 2014 pesquisadores descobrem que as redes sociais podem ter efeitos negativos

Tecnologia; redes sociais; novas metodologias

Ao final do ano que passou estudo desenvolvido com 50 mil pessoas na Itália conclui que as redes sociais têm impacto negativo significativo sobre o bem-estar individual. A pesquisa buscou obter informações sobre quais recomendações e cuidados devem ser tomados por pessoas que iniciam relacionamentos nas redes sociais, ao considerar que para o ano de 2015 se espera que um número cada vez maior de pessoas deve estar interconectado, principalmente devido ao aumento do volume de dispositivos móveis e uso da tecnologia BYOD que facilitam a conexão dos indivíduos com o mundo. O estudo foi publicado em Agosto de 2014 e desde então está sendo analisado por pesquisadores. Seus idealizadores foram Fabio Sabatini na Universidade Sapienza de Roma, na Itália e Francesco Sarracino da STATEC de Luxemburgo. A pesquisa foi desenvolvida nos anos de 2010 e 2011, com resultados publicados em 2014 e que podem ser utilizados como atuais, neste segundo trimestre de 2015, que confirma o aumento do número de participantes.

O aumento do número de pessoas ligadas nas redes sociais deve ultrapassar todas as expectativas e previsões desenvolvidas. Assim, ganha importância a divulgação do estudo desenvolvido, levando em consideração a globalização que uniformiza comportamentos e uma integração cultural, que permite que os dados apresentados no relatório sejam utilizados em nosso contexto cultural, considerando como verdadeiras as suas colocações.

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Os estudos desenvolvidos na ocasião apresentam a possibilidade que as redes sociais não tragam somente benefícios, mas que sob determinado ângulo de visão, elas possam, na realidade, trazer também efeitos prejudiciais.

O conjunto de perguntas e respostas com estas pessoas chegam a uma conclusão final onde os pesquisadores afirmam que “O efeito global das redes sociais no bem-estar individual é significativamente negativo”. O estudo não nega que existem benefícios, mas considera importante divulgar o fato que o número de pessoas insatisfeitas não é pequeno.

Os grandes vilões da grande pesquisa foram as questões de discriminação e incitação ao ódio, um dos graves problemas das redes sociais.

A distorção de fatos em vidas pessoais e sua utilização como elemento de chantagem ou diversas formas de assédio, com publicações de fotos e situações particulares revelam outro problema sério e que afeta o bem-estar individual.

O desenvolvimento de atos terroristas e utilização da rede para captação de jovens para as suas fileiras tem trazido uma preocupação impar para a sociedade. A atração da rede social é grande e muitos jovens passam a adotar os comportamentos que nela ocorrem como uma situação normal.

Os sites de encontro que podem parecer interessantes, abrem portas para que maníacos atentem contra o bem-estar, saúde e a própria vida de pessoas que de boa-fé, acabam cometendo graves enganos no ambiente em rede.

Estes aspectos revelados nos parágrafos anteriores mostram apenas a ponta de um iceberg de atitudes politicamente incorretas que podem ser desenvolvidas nas grandes redes sociais e que deve chamar a atenção dos responsáveis pelas redes que mais crescem no Brasil (linkedIn, Facebook, Instagram, Youtube e Google plus) renovem segurança e não ocultem sob a justificativa que a rede não aceita censura, atos como os descritos na pesquisa desenvolvida pelos analistas italianos.

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