A internet das coisas está chegando para ficar
A velocidade de transformação tecnológica não deixa que fiquem vazios os repositórios de novas aplicações armazenados e garantidos contra acessos não autorizados. Essa última configuração faz com que seja travada uma luta diuturna para que o objetivo proposto seja atingido: dados presentes na nuvem, disponíveis, dissemináveis e que recebem tratamento diferenciado de proteção. Muitos desses elementos são sensores que respondem à presença de alguma ação ou mude de estado, tornada possível pela miniaturização.
A IoT – Internet of Things (ou internet das coisas) é, ou está bem próximo de ser enxergada dessa forma. Como um dos mais populares meios para movimentação de ferramentas para criação de avanços tecnológicos. O aumento de complexidade decorre da integração que apresenta e abrange a efetivação da fase de transição da web 2.0 para uma web mais humana, a web 3.0. Esta posta (merecidamente como veremos) como uma das fundadoras do metaverso que se aproxima rapidamente. A internet das coisas agrega uma grande diversidade de ferramentas atuando de forma conjunta (IA – Inteligência artificial, mecatrônica, robótica, entre muitas outras criadoras da plataforma de trabalho que tem como apoio a criação de um sem número de aplicativos. Leia nas linhas (e principalmente nas entrelinhas) abaixo, algumas novidades possíveis.
Imagine seus computadores residenciais e empresariais, telefones, tablets, todo eles conectados entre si. Junte na receita outros aparelhos tais como fechaduras, geladeiras, portas internas e externas da casa, controle do que acontece na periferia de sua casa, agora conectados à grande rede mundial de computadores. Aos poucos está sendo criada a tecnocracia como meio de direcionamento político, com visões distópicas as mais variadas, mas sempre presentes no perfil psicossomático de pessoas que trabalham na área tecnológica e suas afins. Alguns a consideram responsável pela criação de um novo império das máquinas que, com a miniaturização, tem no BYOD (Bring Your Own Device) parte do arsenal mercadológico que tornam uma tecnologia mais ou menos vendável, não somente pelo valor que trazem suas soluções e, muitas vezes nos levam a utilizar ferramentas as quais nunca usaremos, devido à pressão sobre a necessidade de um retorno de capital que exige que as pessoas tenham aumentos de produtividade que são danosos ao estado saudável, principalmente de suas emoções.
Não são apenas nossos computadores, telefones e tablets que se conectam à rede atualmente. Cada vez mais aparelhos também estão online: fechaduras, geladeiras, TVs, monitores de condicionamento físico e muito mais. São eles que compõem a Internet das Coisas e permitem o surgimento e funcionamento de produtos da plataforma IoT. Veja sua pretensão na afirmativa que qualquer dispositivo ou aparelho pode fazer parte da IoT. Para tanto lhe basta um botão liga/desliga e puder ser conectado à Internet e que pode ser resposta a uma ação ou a alguma condição que no estado de repouso de algum tipo de sensor que permite aos produtos criados monitorem várias condições. Os dispositivos de IoT também podem “conversar” entre si, da mesma forma que computadores e smartphones podem enviar e receber informações sem interação humana.
Suportando todo o aparato que movimenta esse contexto estão as grandes redes, normalmente estabelecidas na nuvem, que pode incluir além de dispositivos mecânicos, cães, pessoas, executando múltiplas tarefas. Veja na lista abaixo se você pode identificar algo que lhe seja necessário e foi realizado devido à existência dos aplicativos criados ou proporcione interligação entre diversos sistemas que, geralmente, estão disponíveis na grande rede:
- Adição de sensores e conectividade à Internet em todos os tipos de utensílios domésticos (de torradeiras a suportes de papel higiênico e garrafas de vinho). Por isso, você provavelmente verá um número cada vez maior deles quando sair para compras em alguma loja de departamentos física ou online (em fase de aumento);
- Quem não lembra do primeiro dispositivo conectado: uma máquina de venda automática. Essa máquina inteligente usava seus recursos para monitorar e relatar seu inventário;
- Expansão desse conceito para uso de sensores na monitoração de diferentes aspectos de sua cadeia de suprimentos e processos de entrega;
- Outros sensores podem fazer a conexão local ou através de aplicativos mantidos na grande rede (atualmente a W3.0 em crescimento acelerado;
- Os pequenos dispositivos utilizam os sensores para coletar informações sobre elas e entregar como dados para um aplicativo fazer uso da informação que se pretende seja tomada em resposta ao seu acionamento;
- São outros exemplos: portas, janelas e outros dispositivos que consideram a mudança de estado para algum comando que seja prestimoso na execução da tarefa desejada;
- Poderemos ter aparelhos de controle, por exemplo, para desempenhar o papel de home care, intervindo em situações mais graves que podem salvar vidas de pessoas;
- Existem como componentes os Gadgets que tornam as ações de resposta portáveis (quanto maior, melhor) e que permitem a monitorar e gerenciar fábricas, cadeias de suprimentos e muito mais. Os sensores também podem ser adicionados a uma determinada parte de algumas máquinas de grande escala, como em perfurações de rochas no sentido de ajudar a melhorar a produção e a segurança;
- A conexão é via internet, que deverá levar a IoT, com a utilização do WiFi a patamares inimagináveis;
O desejo que permanece e que deve ocorrer é a necessidade de formação e uso, para uma melhor compreensão do avanço tecnológico que estamos presenciando.

