Chegam a cavalo as tecnologias vestíveis tidas como um sucesso inesperado.
Aqui se revela uma das múltiplas pesquisas que analisam vendas de dispositivos vestíveis e confirma previsões de seu estouro durante o tempo que irá decorrer do atual ano de 2022 até o próximo ano de 2050. Os objetos de estudo foram a previsão do número de vendas de dispositivos vestíveis, desenvolvida junto a pessoas que manifestaram o desejo de efetuar a compra de algum dispositivo vestível no decurso dos anos referenciados. Esta é uma perspectiva de mercado que não exagera e escorrega para apresentação de valores fora da realidade.
Todo este crescimento teve uma disparada com o lançamento do celular 5G e da previsão da chegada de infraestrutura para suportar o celular 6G com a expansão da inteligência artificial apresentada em toda uma série nova de aplicativos de alta complexidade. Por enquanto podemos ficar com o 5G, mas sabendo que a evolução da infraestrutura de rede para estas plataformas é uma realidade próxima, ainda habitando o sonho de muitos tecnófilos de plantão.
O micromundo trazido pelo tamanho miniaturizado dos dispositivos e o destaque que pode ser dado ao lançamento de uma das plataformas tecnológicas mais potentes colocadas à disposição do homem, até o momento atual – a internet das coisas.
Estamos vivendo no império dos aplicativos a ponto de todos desejaram um destes dispositivos para chamar de seu. A tecnocracia começa tomar uma forma de novas distopias e escorrega para a ficção científica, em uma realidade na qual os robôs irão criar novos e graves problemas sociais.
Ao final destas pesquisas, aqui citadas de forma dispersa, abrangendo ideias inovadoras e plataformas tecnológicas cada vez mais próximas do comum dos mortais resta a expansão da previsão otimistas com valores que podem provocar a triplicação do que temos hoje em termos de volume de aplicativos, variedade de plataformas e aumento do uso dos celulares inteligentes miniaturizados, anteriormente citados. As considerações parecem apontar para que este aumento não ultrapasse a nova década, podendo os resultados trazerem valores inesperados. Os destaque da pesquisa foram os dispositivos de punho e as gigantes do vale do silício (Apple, Sony, Samsung e outras). Que já estão com lançamentos efetuados ou engatilhados para o breve, sendo o custo elevado o único inconveniente por criar uma nova geração considerada como uma elite digital. Há problemas visíveis que tudo isso poderá provocar.
No meio de todo este embrulho vem junto o advento do metaverso, com a criação de ambientes que poucos consideram poder analisar nos tempos atuais e que também são objetos considerados pelas ideias que se mostram como distopias que estão vindo juntas com todo este turbilhão tecnológico que estamos analisando da forma como se enxerga um Iceberg, ou seja apenas por seu menor volume.
A indústria da medicina tem puxado para cima nas estatísticas o acréscimo das tecnologias e entre todas elas a tecnologia vestível que chegou para ficar e satisfazer os tecnófilos de plantão e que estão de olho em grandes marcas. Há porém uma sensível evolução nas empresas consideradas startups de futuro surgindo como ameaças. Os números impressionam e o aumento da demanda poderá diminuir os preços de venda, ainda salgados para o bolso de muitos consumidores.
Os desenvolvedores de aplicativos sorriem abertamente e ostentam novidades que atingem todas as áreas. A área de saúde deverá receber uma atenção especial e os sensores estarão ligados em toda a parte, captando dados.
Parece que a sociedade do grande irmão se instala de forma definitiva no meio de um mundo sem fios, mas que capta dados de todos inimagináveis lugares por onde a pessoa passa. É preciso não ficar assustado se alguém lhe parar na rua e lhe disser: vá ao seu médico, você está com diabetes. Isto sem nunca você ter dado atenção ao fato.
Na sequência da liderança das pulseiras encontram-se os dispositivos modulares para serem utilizados em outras partes do corpo e em terceiro lugar, ocupando um pódio que irá render milhares de dólares, encontramos as vestimentas. Saindo pela porta do fundo, mas também com muitas vendas previstas, os óculos devem ocupar a quarta posição. Ryan Reith, um dos pesquisadores fecha os números ao considerar que haverá durante o próximo ano e até 2025 um deslocamento para aparelhos mais caros e que oferecem mais vantagens funcionais. Resta esperar para confirmar os dados da pesquisa e quem sabe ser controlado por algum dispositivo colocado na haste de seus óculos e sabe obedecer aos comandos de seres que não são humanos. Fica a pergunta no ar: como serão os novos tempos? As respostas, todas ousadas, são poucas e chegam lentamente, nos restando apenas esperar pelos resultados finais, confiando em alguma mentalidade superior.

