Diretores escolares da rede estadual participam de ação de divulgação do projeto ‘Meu Pai é Legal’

Projeto do TJAM elimina barreiras financeiras e burocráticas oferecendo exame de DNA gratuito para confirmação da paternidade 

Diretores escolares da rede pública estadual de ensino da capital participaram, nesta quinta-feira (23/04), da promoção do projeto ‘Meu Pai é Legal’, do Tribunal da Justiça do Amazonas (TJAM), que conta com a parceria da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar.

O projeto, criado em 2001 e executado no âmbito das Varas de Família, tem a finalidade de estimular o reconhecimento voluntário da paternidade, beneficiando crianças e adolescentes sem o nome do pai na certidão de nascimento por meio do acesso gratuito ao exame de DNA.

“A parceria do Governo do Estado com o Tribunal de Justiça é muito importante, as parcerias são muito bem-vindas porque nós não fazemos nada sozinhos, nós precisamos, sim, de apoio um dos outros, e as instituições nos fortalecem”, afirmou a secretária de Estado de Educação, Arlete Mendonça.

Diretores escolares da rede pública estadual de ensino da capital participaram, nesta quinta-feira (23/04), da promoção do projeto ‘Meu Pai é Legal’, do Tribunal da Justiça do Amazonas (TJAM), que conta com a parceria da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar.

O projeto, criado em 2001 e executado no âmbito das Varas de Família, tem a finalidade de estimular o reconhecimento voluntário da paternidade, beneficiando crianças e adolescentes sem o nome do pai na certidão de nascimento por meio do acesso gratuito ao exame de DNA.

“A parceria do Governo do Estado com o Tribunal de Justiça é muito importante, as parcerias são muito bem-vindas porque nós não fazemos nada sozinhos, nós precisamos, sim, de apoio um dos outros, e as instituições nos fortalecem”, afirmou a secretária de Estado de Educação, Arlete Mendonça.

“Pela primeira vez nós temos como disponibilizar exames de DNA gratuitos, isso foi uma luta que só foi possível graças ao poder, a sensibilidade, e a humanidade de uma mulher. A desembargadora Socorro Guedes resolveu enfrentar todas as dificuldades burocráticas e, até institucionais, para chegar onde estamos”, ressaltou o juiz Gildo Alves de Carvalho Filho.